A NVIDIA anunciou resultados financeiros recordes no segundo trimestre encerrado em 26 de julho de 2026. A companhia registrou receita de US$ 96,2 bilhões, um crescimento de 18% em relação ao trimestre anterior e de 106% na comparação anual. O desempenho foi impulsionado pela expansão acelerada da infraestrutura de inteligência artificial em escala global.
O setor de Data Center foi o principal motor da performance, com receita de US$ 89 bilhões, alta de 117% em relação ao mesmo período do ano passado. A entrada em produção da plataforma Vera Rubin e parcerias com grandes provedores de nuvem reforçaram a posição da empresa como líder na construção de fábricas de IA.
No segmento de Edge Computing, a receita atingiu US$ 7,2 bilhões, avanço de 27% em relação ao ano anterior. Entre os destaques estiveram o lançamento do superchip RTX Spark para PCs com Windows e a expansão da plataforma DRIVE Hyperion voltada para robotáxis, além da apresentação de novos modelos e robôs humanoides de referência.
A companhia também anunciou inovações como a CPU Vera para agentes de IA, o acelerador Groq 3 LPX e novos recursos de segurança para o BlueField-4 STX. Além disso, lançou a plataforma DSX para orientar a construção de fábricas de IA e ampliou o ecossistema de ferramentas abertas com o PhysicsNeMo e bibliotecas CUDA-X atualizadas.
Para o terceiro trimestre do ano fiscal de 2027, a NVIDIA projeta receita de US$ 108 bilhões, com variação de mais ou menos 2%. A empresa informou que não está considerando receitas de data centers na China em suas estimativas e anunciou dividendo trimestral de US$ 0,25 por ação a ser pago em 1º de outubro de 2026.