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Câmara aprova LDO e projeta receitas
Por REDAÇÃO RÁDIO SERRARIA
Publicado em 28/07/2026 15:47
Diadema

A Câmara de Diadema aprovou por unanimidade a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) enviada pelo prefeito Taka Yamauchi (MDB), que prevê receitas de R$ 2,4 bilhões para 2027. O valor representa um aumento de 15% em relação ao orçamento atual de R$ 2,1 bilhões e estabelece metas fiscais, prioridades de investimento e diretrizes para aplicação dos recursos públicos.

O texto aprovado foi elaborado em consonância com a Constituição Federal, a Lei de Responsabilidade Fiscal, a Lei Orgânica do Município e o plano plurianual vigente. A LDO serve de base para a Lei Orçamentária Anual (LOA), que deve ser encaminhada pelo Executivo aos 21 vereadores até 30 de setembro, detalhando a execução das ações previstas.

Segundo o prefeito, a proposta garante que cada ação planejada esteja alinhada às necessidades reais da cidade e aos princípios da boa gestão pública. Ele destacou que o projeto fortalece o desenvolvimento equilibrado do município, promove maior transparência na aplicação dos recursos e consolida mecanismos de participação social no processo orçamentário.

 

A aprovação da LDO em Diadema é um passo importante dentro do ciclo orçamentário. Ela funciona como uma espécie de “mapa” que orienta como o município deve planejar suas receitas e despesas para os próximos anos. No caso, o texto aprovado projeta R$ 2,4 bilhões em receitas para 2027, um aumento de 15% em relação ao orçamento atual.

O que isso significa na prática:

  • Metas fiscais: Define limites e objetivos para arrecadação e gastos, garantindo equilíbrio das contas públicas.

  • Prioridades de investimento: Indica áreas estratégicas que devem receber mais atenção, como saúde, educação, infraestrutura ou programas sociais.

  • Base para a LOA: A Lei Orçamentária Anual, que detalha cada gasto e receita, será construída a partir dessas diretrizes e precisa ser enviada até 30 de setembro.

O prefeito Taka Yamauchi destacou que o texto busca alinhar as ações às necessidades reais da cidade, reforçando transparência e participação social. Isso é relevante porque a LDO não é apenas um documento técnico: ela traduz escolhas políticas sobre onde e como investir os recursos públicos.

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